Post: "Se todos fossem iguais a você" - ou - Fotossintetizando
Sei, sim, que lidar com o diferente nos faz crescer. Sei, sim, que o igual não nos acrescenta nada. Mas que é bem mais fácil, isso é...
Ultimamente tenho lidado com gente muito diferente de mim. Sei que, a longo prazo, essas coisas me farão muito bem, pois me farão entender que sou flexível e que isso é positivo. Sei toda a teoria. Mas a prática é outra conversa...
De qualquer forma, as coisas melhoraram, falando de forma geral. Novas perspectivas, novos caminhos. É sempre bom saber que causamos uma boa impressão e que, além disso, somos lembrados pelas características boas. E tenho convivido com isso. Modestamente, estou em uma excelente fase. (Vale lembrar que quem acha isso de mim são os iguais, é lógico. Tá vendo por que prefiro? Coisas do ego...)
Entretanto, algumas coisas não me saem da cabeça. Fantasmas que se escondem no porão...
Evitarei falar para que não evoque lembranças e trga tudo à tona novamente. Mas o fato é que certas coisas - impertinentes que são - nunca desaparecem.
E isso me lembra medo. E Medo é o nome de uma música lindíssima do Lenine com uma cantora de voz bonitinha chamada Julieta Venegas. Taí: